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Digital como Negócio, eis a questão!
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José Mendes Segundo
22/11/2018
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O Digital não é apenas parte da economia - é a economia.

Por vários anos, o Digital tem sido um apêndice ao negócio. Mas, recentemente, as transformações digitais atingiram o ponto de inflexão em que o Digital se tornou um negócio em si mesmo, “the tail has become the dog”. O Digital não é apenas parte da economia - é a economia.

 

É uma economia de oportunidades ilimitadas para alguns e de mudanças para os outros. De acordo com a pesquisa do MIT Sloan, as empresas que se adaptam a um mundo digital são 26% mais lucrativas que seus pares do setor.

 

E esta é uma realidade que enfrentam as nossas empresas, em especial as pequenas e médias, pois a disponibilidade para alocar novos recursos e abraçar uma nova área do negócio não é tão grande. Fazer ou não a transição do Digital apêndice para o Digital como Negócio eis a questão!

As expectativas do cliente

Nenhuma transformação é mais desafiadora do que atender às expectativas de serviço dos clientes com poder digital. As tecnologias digitais permitem que as empresas se envolvam melhor com seus clientes e ofereçam experiências superiores a custos acessíveis. Este sempre foi um dos pilares da plataforma YClient proporcionar á mais pequena loja uma ferramenta tão poderosa como têm a Sonae e a ANF com o “cartão Continente” e “cartão Saúda” respetivamente. Mas o fornecimento de experiências excecionais para clientes cada vez mais experientes e inconstantes está cada vez mais difícil.

Não basta ao cliente saber que a loja ou empresa tem Facebook, Instagram, site etc, o que o cliente hoje mais espera é que tudo isso tenha impacto positivo na qualidade do serviço ou produto que recebe. Essa qualidade só pode ser alcançada se o Digital estiver envolvido no dia a dia da Loja ou empresa, em especial nos seus processos nucleares como por exemplo o Atendimento ao cliente.

Melhorias no produto

As empresas prósperas também estão integrando produtos e serviços relacionados a soluções sofisticadas do setor, ao mesmo tempo em que ampliam e reestruturam os limites do setor, criando essencialmente novas indústrias. 

Além de produtos individuais, as empresas têm aproveitado o poder das plataformas para conectar compradores e vendedores (por exemplo, Etsy, Priceline e App Store da Apple), hosts e visitantes (por exemplo, Airbnb e HomeAway) e motoristas (por exemplo, Uber e Lynx). e RideScout). Algumas plataformas, como a Uber, estão dando origem a uma nova economia on-demand que está redefinindo a natureza do trabalho.

No campo dos produtos o salto é não só qualitativo mas também de escala, o digital permite integrações de produtos que há anos atrás estavam em mercados opostos, adquirindo funcionalidades nunca antes pensadas. 

 

Inovações colaborativas

As empresas devem tornar-se mais inovadoras para responder melhor ao ambiente de negócios global e altamente competitivo. A colaboração é indispensável para a inovação, tanto dentro dos próprios limites da empresa como para além dela, com clientes, parceiros, startups, universidades entre outros.

De acordo com a pesquisa do MIT , as empresas com 50% ou mais de suas receitas provenientes de ecossistemas digitais têm maiores receitas e maiores margens de lucro do que a média de seu setor.

A colaboração e os ecossistemas são particularmente importantes na emergente Internet das Coisas, onde várias empresas de diferentes setores devem se certificar de que suas ofertas funcionem umas com as outras em várias áreas altamente complexas, como saúde, automação residencial e cidades inteligentes.

A integração recente da plataforma YClient com o DriveFX é mais um exemplo de como as colaborações são essenciais para as empresas, mas em primeiro lugar para os seus clientes. Aumenta-se a qualidade dos produtos/serviços reduzindo custos e tempo.

 

Liderança organizacional

As empresas precisam repensar suas estruturas e cultura para lidar melhor com novos ambientes de mercado e modelos de negócios. A organização hierárquica que prevaleceu na economia industrial orientada para a produção do século XX não funcionará na economia digital mais global e em rápida mudança. 

A digitalização da economia é uma das questões mais críticas do nosso tempo. As tecnologias digitais estão transformando rapidamente as práticas e as sociedades comerciais e são parte integrante das economias do futuro voltadas à inovação.

Embora as tecnologias avancem rapidamente, as organizações avançam mais lentamente, e a lacuna entre a tecnologia em rápida evolução e o ritmo mais lento do desenvolvimento humano crescerá rapidamente nas próximas décadas, à medida que melhorias exponenciais na inteligência artificial, robótica, redes, análises e digitalização afetarem mais e mais da economia e da sociedade. Inventar organizações eficazes para a economia digital é o grande desafio do nosso tempo, e as empresas que já estão se adaptando estão liderando o caminho.

 

Texto adaptado de “ The 4 things it takes to succeed in the Digital Economy” by Lindsey Anderson and Irving Wladawsky-Berger, - https://hbr.org/2016/03/the-4-things-it-takes-to-succeed-in-the-digital-economy

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